{"id":545,"date":"2024-06-30T00:01:00","date_gmt":"2024-06-30T03:01:00","guid":{"rendered":"https:\/\/scientiaetratio.com.br\/?p=545"},"modified":"2026-05-23T11:06:12","modified_gmt":"2026-05-23T14:06:12","slug":"construcao-civil-e-desenvolvimento-sustentavel-uma-analise-sobre-o-caminho-trilhado-desta-uniao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/editoranorat.com.br\/scientiaetratio\/construcao-civil-e-desenvolvimento-sustentavel-uma-analise-sobre-o-caminho-trilhado-desta-uniao\/","title":{"rendered":"CONSTRU\u00c7\u00c3O CIVIL E DESENVOLVIMENTO SUSTENT\u00c1VEL: UMA AN\u00c1LISE SOBRE O CAMINHO TRILHADO DESTA UNI\u00c3O"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">CIVIL CONSTRUCTION AND SUSTAINABLE DEVELOPMENT: AN ANALYSIS OF THE PATH TAKEN BY THIS UNION<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-right wp-block-paragraph\">Artigo submetido em 01 de junho de 2024<br>Artigo aprovado em 20 de junho de 2024<br>Artigo publicado em 30 de junho de 2024<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table class=\"has-luminous-vivid-amber-background-color has-background\"><tbody><tr><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\"><strong>Scientia et Ratio<\/strong><br>Volume 4 \u2013 N\u00famero 6 \u2013 Junho de 2024<br>ISSN 2525-8532<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-white-color has-text-color has-link-color wp-elements-7e4ac651328708ea719ac0894fa30934 wp-block-paragraph\">.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table class=\"has-very-light-gray-to-cyan-bluish-gray-gradient-background has-background\"><tbody><tr><td><strong>Autor:<br><\/strong>Beatriz Ara\u00fajo Diniz Pessoa<a href=\"\/scientiaetratio\/#_ftn1\" id=\"_ftnref1\">[1]<\/a><\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-white-color has-text-color has-link-color wp-elements-7e4ac651328708ea719ac0894fa30934 wp-block-paragraph\">.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>RESUMO<\/strong>: A import\u00e2ncia econ\u00f4mica da ind\u00fastria da constru\u00e7\u00e3o civil para as sociedades modernas \u00e9 algo indiscut\u00edvel, embora, existam muitos impactos ambientais e sociais que s\u00e3o resultados do grande poder do setor imobili\u00e1rio sobre a sociedade. Todavia, \u00e9 poss\u00edvel perceber que, nos \u00faltimos anos, esse setor se prop\u00f5e a implantar projetos cada vez mais sustent\u00e1veis. Nesse sentido, o presente trabalho tem como objetivo analisar as mudan\u00e7as no processo construtivo do setor da constru\u00e7\u00e3o civil, com o advento do conceito de sustentabilidade e a influ\u00eancia das mudan\u00e7as no consumo das novas gera\u00e7\u00f5es<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Palavras-chave: Meio ambiente. Desenvolvimento sustent\u00e1vel. Constru\u00e7\u00e3o Civil.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>ABSTRACT<\/strong>: The economic importance of the construction industry for modern societies is indisputable, but there are many environmental and social impacts that result from the conventional construction process. However, it is possible to see that, in recent years, this sector has proposed to implement increasingly sustainable projects. In this sense, this work aims to the analyze the changes in the construction process in the civil construction sector, with the advent of the concept of sustainability and the influence of changes in the consumption of new generations.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Keywords: Environment Sustainable development. Civil construction.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>1. INTRODU\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A constru\u00e7\u00e3o civil existe desde os tempos mais antigos, por\u00e9m, com pequenas particularidades e finalidades comparadas as de hoje. A popula\u00e7\u00e3o pr\u00e9-hist\u00f3rica, por exemplo, fazia abrigos para se proteger contra as intemp\u00e9ries e contra outros animais. J\u00e1 por volta de 3.500 a. C, as constru\u00e7\u00f5es come\u00e7aram a ser utilizadas como forma de prote\u00e7\u00e3o contra os povos inimigos, por meio de muros e muralhas, dando in\u00edcio, portanto, \u00e0s cidades (ALSAYYAD; ROY, 2009).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Na idade m\u00e9dia, algumas inova\u00e7\u00f5es foram realizadas por meio da constru\u00e7\u00e3o de castelos, igrejas e catedrais (PORTOBELLO, 2021), que representavam a nobreza e o clero, as classes dominantes \u00e0 \u00e9poca. Sendo assim, \u00e9 no per\u00edodo Renascentista que a procura por especializa\u00e7\u00e3o acad\u00eamica aumenta e surgem as primeiras universidades mundiais. No entanto, foi a partir da Revolu\u00e7\u00e3o Industrial que houve uma grande mudan\u00e7a em rela\u00e7\u00e3o ao desenvolvimento tecnol\u00f3gico (CAMELO, 2015). O surgimento de novas t\u00e9cnicas, de novos m\u00e9todos e materiais fez a constru\u00e7\u00e3o civil ser conhecida como \u00e9 hoje.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com a cria\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria, o estilo de vida da popula\u00e7\u00e3o mudou muito, visto que houve a celeridade na produ\u00e7\u00e3o de mercadorias em escala, o barateamento relativo dos bens e uma oferta ampliada de alimentos, infraestrutura e urbaniza\u00e7\u00e3o (ROTONDARO; ZANIRATO, 2016). E, \u00e9 a partir desta mesma \u00e9poca que, as sociedades promovem mudan\u00e7as no modelo de produ\u00e7\u00e3o e consumo e aumentam a oferta de empregos fabris acarretando um elevado \u00eaxodo rural da popula\u00e7\u00e3o. Primeiramente, houve o \u201ccercamento\u201d dos campos, j\u00e1 que a jovem burguesia decidiu explorar a terra e a agropecu\u00e1ria comercialmente e esse processo expropriou os camponeses da terra, seu principal meio de produ\u00e7\u00e3o (CAMELO; BEZERRA, 2016).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Logo, os camponeses foram expulsos das suas terras e foram obrigados a migrar para as cidades. E, outra parte da popula\u00e7\u00e3o foi embora com o objetivo de melhorar sua qualidade de vida. Com uma popula\u00e7\u00e3o maior e uma mudan\u00e7a em massa para as cidades, surgiu a necessidade de mais moradias, por\u00e9m as cidades n\u00e3o estavam preparadas para isso, o que ocasionou em um ajuntamento dos novos oper\u00e1rios em corti\u00e7os e habita\u00e7\u00f5es prec\u00e1rias. N\u00e3o obstante, essa urbaniza\u00e7\u00e3o acelerada e desorganizada, intitulada pelos historiadores de urbaniza\u00e7\u00e3o ca\u00f3tica, gerou grandes problemas, pois as cidades eram pequenas e sem infraestrutura para receberem um aumento da popula\u00e7\u00e3o (ALVES, 2010).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Todo esse sistema, remanescente da Revolu\u00e7\u00e3o Industrial, manteve-se por s\u00e9culos, apresentando in\u00fameras consequ\u00eancias, dentre elas: polui\u00e7\u00e3o do ar, polui\u00e7\u00e3o do solo, destrui\u00e7\u00e3o de habitats, desmatamento, contamina\u00e7\u00e3o de corpos h\u00eddricos, provocando a perda de milhares de vidas em decorr\u00eancia da prec\u00e1ria situa\u00e7\u00e3o da sa\u00fade, pragas, epidemias e mendic\u00e2ncia por pessoas que n\u00e3o se adaptaram \u00e0 vida nas cidades e foram marginalizadas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com o crescimento da popula\u00e7\u00e3o, do consumo e da inova\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica, grandes impactos foram causados na natureza (CAMELO, 2015). E isso n\u00e3o seria diferente para o setor da constru\u00e7\u00e3o civil que, inclusive, \u00e9 um dos que mais impacta o meio ambiente, devido \u00e0 quantidade de recurso natural utilizado, de res\u00edduo que \u00e9 gerado e da transforma\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o nas cidades (ARA\u00daJO; CARDOSO, 2010). No entanto, com o aumento de estudos e de pesquisas, o papel dos movimentos sociais, a contribui\u00e7\u00e3o de organismos internacionais e a a\u00e7\u00e3o das m\u00eddias tornou-se poss\u00edvel difundir a informa\u00e7\u00e3o sobre os problemas ambientais e formar o germe de uma nova consci\u00eancia ambiental.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O setor da constru\u00e7\u00e3o civil n\u00e3o ficaria de fora desta mudan\u00e7a de comportamento, de produ\u00e7\u00e3o e de consumo, passando a criar projetos visando aproveitar ao m\u00e1ximo o que a natureza pode oferecer, sem gerar tantos impactos, fazendo com que as constru\u00e7\u00f5es sustent\u00e1veis come\u00e7assem a ser realizadas (ARA\u00daJO, 2008). Estas obras, ao inv\u00e9s das convencionais, se preocupam em planejar o projeto, visando o aproveitamento m\u00e1ximo do conforto t\u00e9rmico e da ilumina\u00e7\u00e3o natural, a fim de utilizar menos equipamentos de refrigera\u00e7\u00e3o e ilumina\u00e7\u00e3o e a cria\u00e7\u00e3o de \u00e1reas comuns para compartilhamento dos usu\u00e1rios. Al\u00e9m da utiliza\u00e7\u00e3o de fontes renov\u00e1veis de energia, aproveitamento e reutiliza\u00e7\u00e3o das \u00e1guas pluviais e o reaproveitamento dos res\u00edduos s\u00f3lidos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Todas as mudan\u00e7as nos modos construtivos puderam ser vistas com maior frequ\u00eancia a partir das mudan\u00e7as comportamentais das gera\u00e7\u00f5es. Segundo Camelo (2015),<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cNesse sentido, acredita-se que a conscientiza\u00e7\u00e3o racional para a forma\u00e7\u00e3o de uma educa\u00e7\u00e3o ambiental seja um instrumento eficiente na conquista de um meio ambiente sadio e ecologicamente equilibrado, conforme preceitua a Constitui\u00e7\u00e3o Federal de 1988. Neste aspecto, o consumidor exerce um papel fundamental. Com as suas escolhas, pode determinar o comportamento das ind\u00fastrias e, assim, ajudar a construir uma sociedade mais sustent\u00e1vel e justa. \u201d<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; As gera\u00e7\u00f5es possuem maior preocupa\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o ao seu estilo de vida, buscando ter uma vida mais minimalista e consciente (JORD\u00c3O, 2016). Com isso, o setor da constru\u00e7\u00e3o civil, al\u00e9m de passar a ser liderado, em maior quantidade, por pessoas mais conscientes, tamb\u00e9m precisou come\u00e7ar a se adaptar a estas novas gera\u00e7\u00f5es economicamente e ambientalmente ativas e ao que elas procuram em um im\u00f3vel.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Tendo em vista esta explana\u00e7\u00e3o, o presente trabalho possui o objetivo de analisar as mudan\u00e7as da forma construtiva no setor da constru\u00e7\u00e3o civil como consequ\u00eancia das mudan\u00e7as comportamentais das gera\u00e7\u00f5es e sua busca pela implanta\u00e7\u00e3o do conceito de sustentabilidade neste setor.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>2. METODOLOGIA<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Esta pesquisa \u00e9 caracterizada pela interdisciplinaridade, uma vez que integra debates dos campos jur\u00eddico, ambiental, constitucional e construtivo. Para isso, foi utilizada uma metodologia bibliogr\u00e1fica de natureza qualitativa, com o emprego de doutrina, legisla\u00e7\u00e3o e documentos relacionados \u00e0 tem\u00e1tica.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>3. DESENVOLVIMENTO<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>3.1 Mudan\u00e7a no consumo<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <\/strong>Com o advento da Revolu\u00e7\u00e3o Industrial, que ocorreu em meados do s\u00e9culo XVIII, per\u00edodo no qual grandes avan\u00e7os tecnol\u00f3gicos se iniciaram, pode-se perceber com mais clareza uma divis\u00e3o entre o passado e o presente, pois, at\u00e9 ent\u00e3o, a popula\u00e7\u00e3o vivia de forma similar em compara\u00e7\u00e3o aos seus antepassados. As diferen\u00e7as que podiam ser vistas, ocorriam de forma gradual, quase impercept\u00edveis. Por\u00e9m, a partir do final do s\u00e9culo XVIII e in\u00edcio do XIX, pode-se perceber, de forma mais significativa, as mudan\u00e7as comportamentais da popula\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o ao apego aos bens materiais e a diferencia\u00e7\u00e3o entre o que era novo e o que era obsoleto, devendo, portanto, ser descartado (ROTONDARO; ZANIRATO, 2016).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Esta mudan\u00e7a produziu modifica\u00e7\u00f5es nos conceitos de bem-estar f\u00edsico e de felicidade. Foi a partir deste ponto que o consumo foi atrelado \u00e0 ideia de se sentir bem e realizado. E isso ocasionou muitos problemas que se refletem at\u00e9 os dias atuais. Segundo Zanirato e Rotondaro (2016, p. 78),<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A demanda por melhores artigos de consumo impulsionou um processo de inova\u00e7\u00e3o, cujo objetivo imediato estava pautado por suprir a busca da felicidade, na expectativa de maior conforto e bem-estar. O consumo de bens de luxo se estabeleceu como crit\u00e9rio de riqueza, tornando-se um item honor\u00edfico, capaz de conferir distin\u00e7\u00e3o social aos seus consumidores e, inversamente, a impossibilidade de consumir na devida quantidade e qualidade se tornou uma marca de inferioridade e de dem\u00e9rito social.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Devido ao desenvolvimento das cidades e ao aumento da popula\u00e7\u00e3o e da locomo\u00e7\u00e3o, muitas pessoas come\u00e7aram a se expor mais. Com isso, passaram a julgar umas \u00e0s outras pela sua forma de andar e de se vestir, bem como avaliar os bens materiais que aparentavam ter. Logo, a sociedade passou a consumir, n\u00e3o mais orientada pela necessidade ou pela pr\u00f3pria satisfa\u00e7\u00e3o, e sim com o objetivo de mostrar para as outras pessoas que elas eram decentes e merecedoras de receber mais aten\u00e7\u00e3o pela sociedade capitalista do que o restante da popula\u00e7\u00e3o, que aparentava uma condi\u00e7\u00e3o financeira inferior, por meio da demonstra\u00e7\u00e3o dos seus bens materiais (ROTONDARO; ZANIRATO, 2016), fazendo com o que o reconhecimento social fosse sin\u00f4nimo de posse e exibi\u00e7\u00e3o de bens de consumo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Com o maior desenvolvimento da tecnologia, as publicidades passaram a ser o centro das aten\u00e7\u00f5es, tendo como finalidade seduzir e persuadir os consumidores de que comprar \u00e9 essencial, mesmo que n\u00e3o seja necess\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Segundo Zanirato e Rotondaro (2016, p. 81),<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os bens adquiridos perdem rapidamente seu atrativo e n\u00e3o \u00e9 raro que sejam descartados e repostos antes mesmo de serem usados e\/ou de terem produzido alguma satisfa\u00e7\u00e3o. As inova\u00e7\u00f5es estimulam o consumo, e esse se explica muito mais pela l\u00f3gica do desejo do que pelas necessidades reais de reposi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <\/strong>Partindo do pressuposto de que o sentido de vida e suas necessidades di\u00e1rias s\u00e3o preenchidas com o consumo de bens materiais, \u00e9 gerado um vazio emocional nas pessoas que, a todo momento, precisam comprar algo novo, j\u00e1 que as necessidades mudam constantemente, criando, assim, um ciclo que n\u00e3o tem fim (ROTONDARO; ZANIRATO, 2016).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Por\u00e9m, no ano de 1972, foi realizada, na Su\u00e9cia, a Confer\u00eancia Internacional para o Meio Ambiente Humano, organizada pelas Na\u00e7\u00f5es Unidas (ONU) e, no mesmo ano, foi realizado o relat\u00f3rio Limites do Crescimento, em que foram discutidos o tema da diminui\u00e7\u00e3o do consumo por parte da popula\u00e7\u00e3o, com a amea\u00e7a de uma cat\u00e1strofe mundial. J\u00e1, no ano de 1987, o relat\u00f3rio de Brundtland foi desenvolvido com base na associa\u00e7\u00e3o do estilo de desenvolvimento econ\u00f4mico e a quest\u00e3o ambiental. (ROTONDARO; ZANIRATO, 2016).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Frente \u00e0 imposi\u00e7\u00e3o do crescimento econ\u00f4mico desenfreado e de uma crise ambiental iminente, muitas empresas, de diferentes setores, passaram a investir em atitudes inovadoras, com o objetivo de alcan\u00e7ar um desenvolvimento mais sustent\u00e1vel, utilizando, por exemplo, recursos renov\u00e1veis ou, at\u00e9 mesmo, reaproveitando os recursos anteriormente utilizados, sempre respeitando o tempo de regenera\u00e7\u00e3o natural, o que fez com que este mercado mais \u201cverde\u201d se expandisse e ganhasse adeptos ao longo das gera\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Nesse contexto, uma pauta com bastante visibilidade \u00e9 a dos 3 R\u2019s: reduzir, reutilizar e reciclar. Por\u00e9m, a orienta\u00e7\u00e3o e o discurso da sustentabilidade s\u00e3o antag\u00f4nicos ao que o capitalismo necessita, na medida em que se confrontam nesse debate dois pontos de vista conflitantes: o do capitalismo que precisa estimular o consumo, a produ\u00e7\u00e3o e o crescimento econ\u00f4mico expansivo e o discurso ambiental que prega a posi\u00e7\u00e3o oposta de modera\u00e7\u00e3o, sustentabilidade e redu\u00e7\u00e3o do consumo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>3.2 Impactos Econ\u00f4micos<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <\/strong>\u00c9 sabido que a ind\u00fastria da constru\u00e7\u00e3o civil, juntamente com a automobil\u00edstica e de novas tecnologias da informa\u00e7\u00e3o, s\u00e3o os setores de ponta no cen\u00e1rio econ\u00f4mico mundial. Trazendo para o panorama nacional, pode-se perceber que, apesar do ano de 2020 ter sido muito impactante para a economia brasileira, o setor da constru\u00e7\u00e3o civil tem trazido sinais de crescimento, fazendo com que a economia volte a crescer de forma sustentada (CBIC, 2020). Investir neste setor da ind\u00fastria \u00e9 uma chave importante para reverter a atual situa\u00e7\u00e3o da economia. Segundo a C\u00e2mara Brasileira da Ind\u00fastria da Constru\u00e7\u00e3o (2020), a constru\u00e7\u00e3o civil \u00e9 o setor que possui a maior possibilidade de gerar novos postos de trabalho, pela grande capilaridade de segmentos de servi\u00e7os necess\u00e1rios.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Por\u00e9m, apesar de ser um setor de extrema import\u00e2ncia para a economia e para melhoria da qualidade de vida financeira da popula\u00e7\u00e3o, ele \u00e9 muito impactante para a natureza, para a biodiversidade e para os recursos naturais, por isso existe a urg\u00eancia de aliar cada vez mais este setor com a sustentabilidade.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>3.3 Impactos Sociais<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <\/strong>Os impactos sociais podem ser divididos entre ben\u00e9ficos e mal\u00e9ficos. As consequ\u00eancias negativas que este setor gera na sociedade s\u00e3o os impactos relacionados aos aspectos ambientais anteriormente citados, como, os riscos \u00e0 sa\u00fade da popula\u00e7\u00e3o, por meio da emiss\u00e3o de ru\u00eddos, de material particulado, de gases nocivos e acidentes de trabalho. Al\u00e9m da alta carga de trabalho que \u00e9 desempenhada que, infelizmente, ainda possui baixa remunera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; J\u00e1 os impactos positivos est\u00e3o relacionados \u00e0s grandes quantidades de empregos que s\u00e3o gerados pelo setor. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (2019), o setor da constru\u00e7\u00e3o civil gera emprego de forma direta para cerca de 1.903.715 pessoas, levando a uma receita bruta de R$ 302.477.658,00.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Segundo a C\u00e2mara Brasileira da Ind\u00fastria da Constru\u00e7\u00e3o (2020, s.p.),<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A cada R$ 1 milh\u00e3o de investimento, a constru\u00e7\u00e3o civil cria 7,64 empregos diretos e 11,4 empregos indiretos; que geram R$ 492 mil e R$ 772 mil sobre o PIB, respectivamente. A maior parte do que \u00e9 investido na constru\u00e7\u00e3o civil no Brasil retorna como PIB, emprego, imposto e renda. O setor carrega ampla capacidade de produ\u00e7\u00e3o, que pode ser desencadeada rapidamente.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Com esses dados, \u00e9 poss\u00edvel ter a percep\u00e7\u00e3o da import\u00e2ncia deste setor para a sociedade, pois a quantidade de empregos gerada \u00e9 indiscut\u00edvel. Tais vagas oferecem dignidade para a popula\u00e7\u00e3o em vulnerabilidade, por exemplo, poder usufruir de uma vida um pouco mais digna.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>3.4 Cidades Sustent\u00e1veis<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <\/strong>Primeiramente, \u00e9 de extrema import\u00e2ncia mostrar o conceito do que seriam as cidades sustent\u00e1veis. Segundo Detroz, Pavez e Viana (2014), uma cidade sustent\u00e1vel precisa ser totalmente planejada, tendo em vista os grandes impactos socioambientais. Essas cidades possuem um modelo de desenvolvimento diferenciado, pois o respeito \u00e0 natureza e a preocupa\u00e7\u00e3o com as futuras gera\u00e7\u00f5es s\u00e3o pontos determinantes para a tomada de decis\u00f5es. A gest\u00e3o dessas cidades \u00e9 realizada de forma muito cautelosa, pois \u00e9 necess\u00e1rio que todas as medidas e a\u00e7\u00f5es sejam realizadas para atender a necessidade da popula\u00e7\u00e3o, evitando o excesso de infraestrutura, pois dessa forma a polui\u00e7\u00e3o e a degrada\u00e7\u00e3o ambiental ser\u00e3o minimizadas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; H\u00e1 cerca de cem anos, a popula\u00e7\u00e3o mundial que vivia nas cidades era de 10%. Atualmente, esse \u00edndice ultrapassa os 50%, no entanto, estima-se que, em 2050, chegue \u00e0 marca de 75% (LEITE, 2010). Vale salientar que isto \u00e9 devido ao \u00eaxodo rural, \u00e0 falta de acesso e \u00e0 concentra\u00e7\u00e3o de terra, estimulada pela Revolu\u00e7\u00e3o e Agricultura Industrial, e \u00e0 busca pelo emprego e pelo acesso \u00e0 educa\u00e7\u00e3o, sa\u00fade e eletricidade, mais dispon\u00edveis no ambiente urbano. Ou seja, conjugaram-se ao mesmo tempo fatores de atra\u00e7\u00e3o no p\u00f3lo urbano e de expuls\u00e3o no mundo rural. Toda esta mudan\u00e7a do rural para o urbano ocasionou uma urbaniza\u00e7\u00e3o acelerada e desordenada.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Todavia, a constru\u00e7\u00e3o acelerada das cidades, sem o devido planejamento, acarretou alguns impactos ambientais, sociais e econ\u00f4micos bem marcantes, como o crescimento desenfreado das comunidades com pouca ou nenhuma infraestrutura, a ocupa\u00e7\u00e3o de \u00e1reas de risco e o crescimento de formas de trabalho prec\u00e1rias, o que levou ao aumento do trabalho informal e\/ou, at\u00e9 mesmo, o ilegal, como o trabalho infantil.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O estilo de padr\u00e3o construtivo predominante \u00e9 voltado apenas para a produ\u00e7\u00e3o de lucros f\u00e1ceis, sem a devida preocupa\u00e7\u00e3o com a quest\u00e3o ambiental. Essa pr\u00e1tica acarretou uma situa\u00e7\u00e3o de risco iminente em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s fontes de mat\u00e9ria-prima. A extra\u00e7\u00e3o dispendiosa e sem controle dos recursos naturais, juntamente com a falta de planejamento nas a\u00e7\u00f5es construtivas, vem amea\u00e7ando o futuro da popula\u00e7\u00e3o e desta atividade econ\u00f4mica (SILVA; SOUZA; VASCONCELLOS, 2014).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Este padr\u00e3o construtivo est\u00e1 focado na expans\u00e3o e ocupa\u00e7\u00e3o acelerada do solo urbano, por meio da verticaliza\u00e7\u00e3o e do adensamento. Al\u00e9m de ter a lucratividade como objetivo, podem, em determinadas ocasi\u00f5es, n\u00e3o respeitar o plano diretor e as normas urban\u00edsticas de zoneamento, tr\u00e2nsito, redes de abastecimento de \u00e1gua, drenagem e esgoto, \u00e1reas verdes e arboriza\u00e7\u00e3o, fazendo uso intenso dos recursos naturais e gerando grande quantidade de res\u00edduos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Como diz Bonduki (2012, p. 1), \u201cNo s\u00e9culo XXI n\u00e3o \u00e9 mais poss\u00edvel tratar do desenvolvimento sustent\u00e1vel sem enfrentar de maneira consistente a quest\u00e3o urbana e seus impactos socioambientais\u201d. Tendo em vista a realidade apresentada e a necessidade urgente de mudar este padr\u00e3o construtivo, o tema de cidades sustent\u00e1veis come\u00e7a aos poucos a ser discutido pelos setores e pesquisadores interessados na qualidade de vida urbana com conserva\u00e7\u00e3o ambiental.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>3.5 Constru\u00e7\u00f5es Sustent\u00e1veis<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <\/strong>As constru\u00e7\u00f5es sustent\u00e1veis, aos poucos, v\u00eam evoluindo no Brasil, devido ao aumento da sua procura pelos consumidores, tamb\u00e9m em decorr\u00eancia do desenvolvimento do arcabou\u00e7o legal em rela\u00e7\u00e3o a isto e aos riscos ambientais que est\u00e3o evoluindo. Por\u00e9m, o fator predominante \u00e9 a constru\u00e7\u00e3o de uma sociedade que debate mais sobre desenvolvimento sustent\u00e1vel, o que acaba impulsionando as empresas a tornarem os seus processos produtivos menos impactantes (CBIC, 2017).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <\/strong>Segundo Ara\u00fajo (2008, p. 1), a constru\u00e7\u00e3o sustent\u00e1vel pode ser considerada<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">[&#8230;] um sistema construtivo que promove altera\u00e7\u00f5es conscientes no entorno, de forma a atender as necessidades de edifica\u00e7\u00e3o, habita\u00e7\u00e3o e uso do homem moderno, preservando o meio ambiente e os recursos naturais, garantindo qualidade de vida para as gera\u00e7\u00f5es atuais e futuras.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Este conceito est\u00e1 alinhado ao que foi proposto pelo relat\u00f3rio Brundtland, no ano de 1987, no qual o desenvolvimento sustent\u00e1vel \u00e9 aquele que contenta as necessidades da gera\u00e7\u00e3o atual, por\u00e9m, n\u00e3o compromete a satisfa\u00e7\u00e3o das necessidades das gera\u00e7\u00f5es futuras.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O in\u00edcio da discuss\u00e3o acerca de constru\u00e7\u00f5es mais sustent\u00e1veis estava relacionado a edif\u00edcios energeticamente eficientes, mas isto era em decorr\u00eancia da Crise do Petr\u00f3leo, que ocorreu no ano de 1973. Por\u00e9m, com o passar dos anos, foi-se percebendo que<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">[&#8230;] a constru\u00e7\u00e3o sustent\u00e1vel n\u00e3o \u00e9 um modelo para resolver problemas pontuais, mas uma nova forma de pensar a pr\u00f3pria constru\u00e7\u00e3o e tudo que a envolve. Trata-se de um enfoque integrado da pr\u00f3pria atividade, de uma abordagem sist\u00eamica em busca de um novo paradigma: o de intervir no meio ambiente, preservando-o e, em escala evolutiva, recuperando-o e gerando harmonia no entorno. (ARA\u00daJO, 2008, p. 1)<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; E \u00e9 a partir deste pensamento que algumas construtoras v\u00eam mudando a sua forma construtiva, para que, cada vez mais, este setor possa amenizar os impactos mal\u00e9ficos sobre a natureza, a biodiversidade, os recursos naturais, os trabalhadores e a sociedade.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Existem algumas diferen\u00e7as construtivas para a obten\u00e7\u00e3o de uma constru\u00e7\u00e3o sustent\u00e1vel e essas principais diferen\u00e7as construtivas v\u00e3o ser obtidas a partir do projeto de concep\u00e7\u00e3o do empreendimento em quest\u00e3o. Como, por exemplo, moldar o projeto para fazer o aproveitamento m\u00e1ximo dos recursos naturais de ilumina\u00e7\u00e3o e ventila\u00e7\u00e3o, diminuindo os custos com a utiliza\u00e7\u00e3o de l\u00e2mpadas e equipamentos refrigeradores de ar; inserir espa\u00e7os que possam ser utilizados por todos os cond\u00f4minos, como biciclet\u00e1rios, lavanderia e coworking; fornecer estudo para os funcion\u00e1rios da empresa aprenderem melhor como reciclar e reutilizar os res\u00edduos da constru\u00e7\u00e3o civil, evitando o uso, em especial do aterro, que \u00e9 respons\u00e1vel por grandes n\u00fameros de problemas para gest\u00e3o das cidades, como afirma Silva, Souza e Vasconcelos (2014, p. 19). Al\u00e9m disso, \u00e9 necess\u00e1rio pensar no vi\u00e9s social, como melhorar as condi\u00e7\u00f5es de trabalho e a vida dos funcion\u00e1rios, o que tamb\u00e9m faz parte de uma constru\u00e7\u00e3o sustent\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>3.6 Mudan\u00e7as Geracionais<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <\/strong>Realizar a an\u00e1lise dos aspectos e das caracter\u00edsticas entre as gera\u00e7\u00f5es n\u00e3o \u00e9 algo simples e direto, pois \u00e9 necess\u00e1rio compreender que cada uma delas passou por diferentes momentos na hist\u00f3ria e que cada pessoa possui as suas caracter\u00edsticas pr\u00f3prias, tiveram diferentes oportunidades na vida e possu\u00edram diferentes educa\u00e7\u00f5es em seus ber\u00e7os. Segundo Diniz et al. (2011), o processo de globaliza\u00e7\u00e3o, a acelera\u00e7\u00e3o temporal, as mudan\u00e7as socioculturais, ambientais e tecnol\u00f3gicas que incidem no cen\u00e1rio mundial influenciam a constru\u00e7\u00e3o social e hist\u00f3rica de cada gera\u00e7\u00e3o. N\u00e3o se pode apenas compar\u00e1-las sem haver o reconhecimento das diferentes circunst\u00e2ncias que cada uma passou.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Por\u00e9m, \u00e9 sabido que, a partir da Revolu\u00e7\u00e3o Industrial, foi poss\u00edvel perceber, com mais precis\u00e3o, as mudan\u00e7as no comportamento da sociedade, na supera\u00e7\u00e3o do mundo tradicional e outras voltadas \u00e0 valoriza\u00e7\u00e3o do consumo, ao aumento e acelera\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o, promoveram com o passar do tempo a moderniza\u00e7\u00e3o e o ide\u00e1rio do progresso e a substitui\u00e7\u00e3o de valores e pr\u00e1ticas consideradas ultrapassadas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Como dito por Rotondaro e Zanirato (2016, p. 77),<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A separa\u00e7\u00e3o entre o passado e o presente s\u00f3 se fez aparente de um modo significativo a partir de finais do s\u00e9culo XVIII e in\u00edcio do XIX, quando passou a haver um apego maior a s\u00edmbolos materiais e novas percep\u00e7\u00f5es que culminaram com a paix\u00e3o por tudo que \u00e9 novo, em contraposi\u00e7\u00e3o a um entendimento de que o passado era o velho, o descart\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Esta afirma\u00e7\u00e3o \u00e9 confirmada pelo educador M\u00e1rio S\u00e9rgio Cortella, em entrevista dada ao Jornal da Globo (2010), ao dizer que, por muito tempo, a defini\u00e7\u00e3o de gera\u00e7\u00e3o era apenas a de sucessora. Por\u00e9m, atualmente, houve uma acelera\u00e7\u00e3o na forma de produzir e de consumir, gerando, assim, diferentes caracter\u00edsticas que marcaram as gera\u00e7\u00f5es em um per\u00edodo cada vez menor.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A gera\u00e7\u00e3o baby boomers, como s\u00e3o chamados os nascidos entre os anos de 1945 e 1964, foi definida a partir da explos\u00e3o do nascimento de beb\u00eas, logo ap\u00f3s a 2\u00ba Guerra Mundial, em que os soldados puderam retornar \u00e0s suas casas, com a possibilidade de cuidar de sua esposa e filhos. Esta gera\u00e7\u00e3o pode ser caracterizada como a do \u201cpaz e amor\u201d e dos movimentos contraculturais, como os antinucleares, pacifistas, feministas, ecol\u00f3gicos e raciais, visto que n\u00e3o queriam mais passar por conflitos armados, nem ter o consumismo como \u00fanico ideal de vida, como tinha ocorrido anteriormente. No Brasil, esta gera\u00e7\u00e3o foi a da Bossa Nova e da Jovem Guarda, que lutaram contra a ditadura militar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Segundo Milton Pereira, diretor de desenvolvimento humano da Serasa Experian, em entrevista concedida ao Jornal da Globo (2010), \u201ca gera\u00e7\u00e3o minha era preocupada com o dever, a seguran\u00e7a, em permanecer muito tempo numa empresa\u201d. A busca por estabilidade \u00e9 uma das marcas desta gera\u00e7\u00e3o, segundo Cortella, \u201cA ideia da gera\u00e7\u00e3o \u2018baby boomer\u2019 foi construir uma carreira que fosse s\u00f3lida, na qual a gente tivesse uma fideliza\u00e7\u00e3o ao trabalho. Uma carreira que nos realizasse, e n\u00e3o necessariamente nos oferecesse apenas um aporte material\u201d. Por\u00e9m, com o tanto de experi\u00eancia e conhecimentos adquiridos, atualmente, eles planejam seguir produzindo, ao inv\u00e9s de descansar mais.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A gera\u00e7\u00e3o X \u00e9 caracterizada por pessoas que nasceram nos anos de 1964 a 1977. Tal gera\u00e7\u00e3o \u00e9 a que predomina no mercado de trabalho atual. Esta gera\u00e7\u00e3o foi muito influenciada pelos programas de televis\u00e3o que, por sua vez, possuem um apelo exacerbado para o consumo. N\u00e3o \u00e9 \u00e0 toa que, segundo Diniz et al. (2011), tal gera\u00e7\u00e3o \u00e9 caracterizada por ser muito materialista e consumista<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A gera\u00e7\u00e3o Y \u00e9 caracterizada por pessoas que nasceram entre os anos de 1978 a 1994. Elas s\u00e3o ambiciosas, individualistas e esperan\u00e7osas, entretanto, se preocupam mais com o meio ambiente do que as gera\u00e7\u00f5es anteriores (JORD\u00c3O, 2016). Al\u00e9m disso, essa gera\u00e7\u00e3o possui um n\u00edvel de forma\u00e7\u00e3o mais alto, pois o acesso \u00e0 educa\u00e7\u00e3o foi democratizado, o que, geralmente, desenvolve um grande poder de consumo, no entanto, o privil\u00e9gio do estudo ainda continuava exclusivo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A gera\u00e7\u00e3o Z \u00e9 caracterizada por pessoas nascidas entre os anos de 1995 a 2010. S\u00e3o pessoas altamente conectadas \u00e0 internet, globalizadas e empreendedoras. Al\u00e9m disso, \u00e9 uma gera\u00e7\u00e3o que consegue lidar com v\u00e1rias atividades ao mesmo tempo, aprendem r\u00e1pido, por\u00e9m possuem dificuldade de concentra\u00e7\u00e3o, resultante da superexposi\u00e7\u00e3o \u00e0 internet e \u00e0s redes sociais. (JORD\u00c3O, 2016).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>4. RESULTADOS<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Viola e Leis (1995), por exemplo, identificam, no debate, tr\u00eas leituras que denominam como um Desenvolvimento Sustent\u00e1vel (DS) orientado pelo estado, um DS orientado pelo mercado e uma terceira vers\u00e3o que \u00e9 um DS comunit\u00e1rio ou orientado pela sociedade civil. Outros autores advertem que o DS \u00e9, por defini\u00e7\u00e3o, multidimensional e interdisciplinar e que qualquer proposta que se distancie disso n\u00e3o pode ser reconhecida como uma ideia leg\u00edtima e aceit\u00e1vel (SACHS, 2002; LIMA, 2017).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Nesse sentido, Nascimento (2012) defende a amplia\u00e7\u00e3o do conhecido trip\u00e9 da sustentabilidade, para incluir as dimens\u00f5es pol\u00edtica e cultural, sem as quais a complexidade do DS pode ser efetivamente compreendida. Adverte assim que toda decis\u00e3o a favor ou contra a sustentabilidade \u00e9 uma decis\u00e3o pol\u00edtica, entendendo a pol\u00edtica como uma esfera de media\u00e7\u00e3o social e de estabelecimento de prioridades sociais. Por outro lado, chama a aten\u00e7\u00e3o para o fato de que as decis\u00f5es de consumo e de estilos de vida s\u00e3o indissoci\u00e1veis da esfera valorativa que est\u00e1 contida no universo da cultura.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Crespo (2018), que liderou uma s\u00e9rie de pesquisas direcionadas pela indaga\u00e7\u00e3o \u201cO que os brasileiros pensam sobre o meio ambiente\u201d durante duas d\u00e9cadas, entende que os dados dessa s\u00e9rie hist\u00f3rica t\u00eam demonstrado que a consci\u00eancia dos problemas ambientais tem aumentado ao longo dos anos no Brasil, mas que ainda n\u00e3o se transformou em a\u00e7\u00e3o para mudar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A autora identifica tr\u00eas etapas na consci\u00eancia ambiental: a de reconhecimento do problema, a de empatia e a de mobiliza\u00e7\u00e3o. Essas etapas supracitadas tamb\u00e9m podem ser observadas na Teoria Tridimensional do Direito de Miguel Reale. Primeiro \u00e9 necess\u00e1rio um <strong>fato <\/strong>ocorrer, para que a popula\u00e7\u00e3o possa dar um <strong>valor <\/strong>e, em seguida, a <strong>norma <\/strong>ser criada. Segundo ela, os brasileiros avan\u00e7aram do desinteresse para o reconhecimento e, da\u00ed, para a empatia sem, contudo, ter alcan\u00e7ado a etapa da mobiliza\u00e7\u00e3o socioambiental. Essa constata\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m se expressa na assimetria entre o discurso e a a\u00e7\u00e3o. Ou seja, o indiv\u00edduo afirma ser favor\u00e1vel \u00e0 defesa do ambiente, mas n\u00e3o se sente suficientemente motivado para agir em sua defesa, em especial, quando esse posicionamento representa algum sacrif\u00edcio de seu conforto habitual.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&nbsp;Sendo assim, percebe-se que uma das maiores dificuldades para uma ades\u00e3o mais expressiva da sustentabilidade \u00e9 a quest\u00e3o cultural. \u00c9 sabido que mudar o pensamento, o estilo de vida e as atitudes n\u00e3o \u00e9 algo simples, por isso a morosidade em se adotar mudan\u00e7as para um desenvolvimento sustent\u00e1vel, pois s\u00e3o muitos os impasses (MINIST\u00c9RIO DO MEIO AMBIENTE, 2012). Apesar de tudo isso, \u00e9 poss\u00edvel perceber que, aos poucos, a sociedade vem se atentando para esta mudan\u00e7a no estilo de vida, que, com o aux\u00edlio da educa\u00e7\u00e3o ambiental, \u00e9 o passo revolucion\u00e1rio que a sociedade e a natureza precisam para balancear esta rela\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>5. CONCLUS\u00c3O<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Tendo em vista a grande import\u00e2ncia do setor da constru\u00e7\u00e3o civil para a economia do pa\u00eds e a atual mudan\u00e7a no padr\u00e3o construtivo deste setor, esse trabalho se prop\u00f5e a analisar os principais impactos positivos e negativos gerados pela constru\u00e7\u00e3o civil em rela\u00e7\u00e3o ao meio ambiente, \u00e0 sociedade e \u00e0 economia, al\u00e9m disso, busca ainda compreender de qual forma o atual pensamento e a vis\u00e3o ambiental das gera\u00e7\u00f5es podem influenciar essa mudan\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Por meio de fundamenta\u00e7\u00e3o te\u00f3rica baseada em livros, artigos e teses, foi poss\u00edvel identificar os principais impactos (positivos e negativos) gerados por este setor. As gera\u00e7\u00f5es (X, Y e Z) t\u00eam procurado viver de forma menos impactante \u00e0 natureza, e, como consequ\u00eancia dessa mudan\u00e7a de h\u00e1bito, elas buscam por servi\u00e7os e produtos que sejam mais sustent\u00e1veis, mesmo que tais produtos ainda sejam mais caros. Desta forma, \u00e9 poss\u00edvel identificar que tais mudan\u00e7as de h\u00e1bito t\u00eam influenciado as empresas a se tornarem cada vez mais sustent\u00e1veis. E n\u00e3o seria diferente no setor da constru\u00e7\u00e3o civil.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Por fim, vale salientar que, apesar do padr\u00e3o construtivo convencional ainda possuir um grande uso, \u00e9 necess\u00e1rio visualizar que as mudan\u00e7as est\u00e3o come\u00e7ando a ocorrer. Por ser um setor de extrema import\u00e2ncia para o funcionamento da sociedade, a constru\u00e7\u00e3o civil se empenha em desenvolver novos m\u00e9todos de mudan\u00e7as e melhorias que sejam positivas para a sociedade, natureza e economia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>6. REFER\u00caNCIAS<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">ALSAYYAD, Nezar; ROY, Ananya. <strong>Modernidade medieval: cidadania e urbanismo na era global.<\/strong> Scielo, Brasil, 2009. Dispon\u00edvel em: https:\/\/www.scielo.br\/j\/nec\/a\/XpYbWfJBWNMGd8xnQ4ndNMN\/?format=pdf&amp;lang=pt . Acesso em 08 ago. 2021.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">ALVES, Andreson. <strong>A urbaniza\u00e7\u00e3o brasileira e a consequente constitui\u00e7\u00e3o das favelas.<\/strong> Cear\u00e1, ago. 2010. Dispon\u00edvel em: https:\/\/www.recantodasletras.com.br\/artigos-desociedade\/3493063 . Acesso em 08 ago. 2021.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">ARA\u00daJO, A. M. <strong>A moderna constru\u00e7\u00e3o sustent\u00e1vel.<\/strong> AEC Web, 2008. Dispon\u00edvel em: https:\/\/www.aecweb.com.br\/cont\/a\/a-moderna-construcao-sustentavel_589. Acesso em: 21 jul. 2021.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">ARA\u00daJO, M. V.; CARDOSO, F. F. <strong>An\u00e1lise dos aspectos e impactos ambientais dos canteiros de obras e suas correla\u00e7\u00f5es.<\/strong> Boletim t\u00e9cnico da Escola Polit\u00e9cnica da USP. S\u00e3o Paulo, 2010. Dispon\u00edvel em: http:\/\/www.pcc.usp.br\/files\/text\/publications\/BT_00544.pdf. Acesso em: 15 ago. 2021.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">ASSOCIA\u00c7\u00c3O BRASILEIRA DE NORMAS T\u00c9CNICAS. NBR ISO 14001: <strong>Sistemas de gest\u00e3o ambiental<\/strong> \u2013 Requisitos com orienta\u00e7\u00e3o para uso. Rio de Janeiro: ABNT, 2015. Dispon\u00edvel em: https:\/\/www.ipen.br\/biblioteca\/slr\/cel\/N3127.pdf. Acesso em 10 ago. 2021.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">BONDUKI, N. <strong>A sustentabilidade das cidades e a Rio+20. Le Monde Diplomatique Brasil.<\/strong> Edi\u00e7\u00e3o 59. Junho de 2012. Dispon\u00edvel em: https:\/\/diplomatique.org.br\/a-sustentabilidade-dascidades-e-a-rio-20\/. Acesso em: 15 ago. 2021.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">BOHANA, Mirela C. R. ; FERNANDEZ, Jos\u00e9 Luiz Borja; MARCHI, Cristina M. D. F. <strong>A import\u00e2ncia do manejo dos res\u00edduos s\u00f3lidos da constru\u00e7\u00e3o e demoli\u00e7\u00e3o para viabilizar usinas de reciclagem no Brasil.<\/strong> Revista Contribuciones a las Ciencias Sociales, p. 1-16, mar\u00e7o 2019.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">BRASIL. <strong>Constitui\u00e7\u00e3o Federal Brasileira.<\/strong> [S. l.: s. n.], 1988. Dispon\u00edvel em: http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/constituicao\/constituicao.htm. Acesso em: 15 out. 2021.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">______. <strong>O que o brasileiro pensa do meio ambiente e do consumo sustent\u00e1vel:<\/strong> mulheres e tend\u00eancias de consumo atuais e futuras no Brasil: relat\u00f3rio anal\u00edtico das entrevistas em profundidade. Minist\u00e9rio do Meio Ambiente, Secretaria de Articula\u00e7\u00e3o Institucional e Cidadania Ambiental. \u2013 Rio de Janeiro: Publit, 2012. Dispon\u00edvel em: https:\/\/www.cenpec.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/O-que-o-brasileiro-pensa-do-meioambiente-e-do-consumo-sustentavel-1.pdf. Acesso em: 20 out. 2021.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">BURSZTYN, M. Pol\u00edticas p\u00fablicas para o Desenvolvimento (Sustent\u00e1vel). In: BURSZTYN, Marcel (org). <strong>A dif\u00edcil sustentabilidade<\/strong>: pol\u00edtica energ\u00e9tica e conflitos ambientais. Rio de Janeiro: Garamond, 2001.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">______. <strong>Constru\u00e7\u00e3o 2030:<\/strong> mudar o presente para construir o futuro. Bras\u00edlia, 2020. Dispon\u00edvel em: https:\/\/cbic.org.br\/construcao-2030-mudar-o-presente-para-construir-ofuturo\/. Acesso em: 18 ago. 2021.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">CAMELO, Murilo. <strong>Sociedade de consumo e produ\u00e7\u00e3o industrial em massa: influ\u00eancias na sustentabilidade ambiental.<\/strong> Revista de Direito da Faculdade Guanambi, Bahia, n\u00ba 1, p. 1- 8, outubro 2015.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">CAMELO, Pamela; BEZERRA, Roz\u00e9lia. <strong>A revolu\u00e7\u00e3o industrial, a modifica\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o rural e a cultura da paz: uma experi\u00eancia em sala de aula.<\/strong> Revista Cient\u00edfica rural Urbano, Recife, v. 01, n\u00ba 01, p. 143-150, 2016.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">CBCS. <strong>Sustentabilidade na Constru\u00e7\u00e3o.<\/strong> 2007. Dispon\u00edvel em: http:\/\/www.cbcs.org.br\/website\/noticia\/show.asp?npgCode=DBC0153A-072A-4A43- BB0CBA2E88BEBAE. Acesso em: 21 jul. 2021.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">COMAZZETTO, R. L., PERRONE, M. C., VASCONCELLOS, L. J. S., GON\u00c7ALVES, J. A gera\u00e7\u00e3o Y no mercado de trabalho: um estudo comparativo entre gera\u00e7\u00f5es.<strong> Psicologia: Ci\u00eancia e Profiss\u00e3o.<\/strong> v. 36, n. 1, jan.\/mar. 2016, p. 145-157. Dispon\u00edvel em: https:\/\/www.scielo.br\/j\/pcp\/a\/sMTpRhKxjvNjr7wQV9wFksH\/?format=pdf&amp;lang=pt. Acesso em: 24 ago. 2021.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">CRUTZEN, P. J. Geology of mankind: the Anthropocene. <strong>Nature<\/strong>, v. 415, p. 23, 2002.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">DETROZ, D., PAVEZ, P. M. C., VIANA, P. A. Cidades sustent\u00e1veis, inteligentes e inclusivas: reinven\u00e7\u00e3o das cidades.<strong> Revista de Extens\u00e3o e Inicia\u00e7\u00e3o Cient\u00edfica SOCIESC<\/strong>. Santa Catarina, 2014.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">DINIZ, C. V. M., DOVIGO, A. A., ARIENTE, M., SANTOS, F. C. O processo evolutivo entre as gera\u00e7\u00f5es X, Y e baby boomers. <strong>XIV Semin\u00e1rios em Administra\u00e7\u00e3o.<\/strong> S\u00e3o Paulo, 2011. Dispon\u00edvel em: https:\/\/originaconteudo.com.br\/arquivos\/Artigo-geracoes-X-Y-e-Babyboomers.pdf. Acesso em: 24 maio. 2024.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">DUARTE, S. H. D. O meio ambiente urbano frente \u00e0s v\u00e1rias crises do nosso tempo. <strong>Revista do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Arquitetura e Urbanismo da FAUUSP<\/strong>. 27 (51): 1-5. S\u00e3o Paulo, 2020.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">DUARTE, T. E. P. N. et al. Arboriza\u00e7\u00e3o urbana no Brasil: um reflexo de injusti\u00e7a ambiental. <strong>Terr@Plural.<\/strong> Ponta Grossa, PR, v.11, n.2, p. 291-303, jul.\/dez. 2017.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">ESTRELA, C. C., POTT, C. M. Hist\u00f3rico ambiental: desastres ambientais e o despertar de um novo pensamento. <strong>Dilemas ambientais e fronteiras do conhecimento II<\/strong>. Estud. av. 31 (89). Jan-Apr 2017.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">FAO. World Livestock 2013: Changing disease landscapes. Rome, 2013.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">GREEN BUILDING COUNCIL BRASIL. <strong>Brasil ocupa 4\u00ba lugar no ranking mundial de constru\u00e7\u00f5es sustent\u00e1veis certificadas pela internacional leed.<\/strong> 2018. Dispon\u00edvel em: https:\/\/www.gbcbrasil.org.br\/brasil-ocupa-o-4o-lugar-no-ranking-mundial-de-construcoessustentaveis-certificadas-pela-ferramenta-internacional-leed\/. Acesso em: 29 maio. 2024.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">GUIMAR\u00c3ES, M. C. R. Os movimentos sociais e a luta pelo direito \u00e0 cidade no Brasil contempor\u00e2neo. <strong>Servi\u00e7o Social e Sociedade<\/strong>, S\u00e3o Paulo, n. 124, p. 721-745, Oct.-Dec. 2015.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">HYPOCAL. <strong>Pesquisa aponta que jovens est\u00e3o mais preocupados com o meio ambiente.<\/strong> S\u00e3o Paulo, 2020. Dispon\u00edvel em: https:\/\/www.hypocal.com.br\/pesquisa-aponta-que-jovensestao-mais-preocupados-com-o-meio-ambiente\/. Acesso em: 24 meio. 2024.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">INTERACTIVE ADVERTISING BUREAU BRASIL. <strong>Gera\u00e7\u00e3o Z e as tend\u00eancias para o futuro em rela\u00e7\u00e3o com marcas.<\/strong> 2020. Dispon\u00edvel em: https:\/\/iabbrasil.com.br\/artigogeracao-z-e-as-tendencias-para-o-futuro-em-sua-relacao-com-marcas\/. Acesso em: 29 maio 2024.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTAT\u00cdSTICA. <strong>Pesquisa anual da ind\u00fastria da constru\u00e7\u00e3o.<\/strong> Bras\u00edlia, 2019. Dispon\u00edvel em: https:\/\/www.ibge.gov.br\/estatisticas\/economicas\/industria\/9018-pesquisa-anual-da-industriada-construcao.html?=&amp;t=destaques. Acesso em: 21 maio 2024.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">______. Censo Brasileiro de 2000. Rio de Janeiro: IBGE, 2002.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">______. Censo Brasileiro de 2010. Rio de Janeiro: IBGE, 2012.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">JATOB\u00c1, R. <strong>Gera\u00e7\u00e3o Z tem uma vis\u00e3o de urg\u00eancia sobre a prote\u00e7\u00e3o do meio ambiente.<\/strong> ECOA. 2020. Dispon\u00edvel em: https:\/\/rosanajatoba.blogosfera.uol.com.br\/2020\/02\/19\/geracaoz-tem-uma-visao-de-urgencia-sobre-a-protecao-do-meio-ambiente\/. Acesso em: 24 maio 2024.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">LEITE, C. Cidades sustent\u00e1veis? Desafios e oportunidades. <strong>I Workshop Cidades Sustent\u00e1veis:<\/strong> Desafios e Oportunidades. Campinas, 2010.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">LIMA, Gustavo Ferreira da Costa.<strong> Forma\u00e7\u00e3o e din\u00e2mica do campo da educa\u00e7\u00e3o ambiental no Brasil: emerg\u00eancia, identidades, desafios.<\/strong> 2005. 207 p. Tese (doutorado) \u2013 Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Filosofia e Ci\u00eancias Humanas, Campinas, SP. Dispon\u00edvel em: http:\/\/www.repositorio.unicamp.br\/handle\/REPOSIP\/279827. Acesso em: 21 maio 2024.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">______. Do desenvolvimento sustent\u00e1vel \u00e0 economia verde operam-se avan\u00e7os ou retrocessos? In: OLIVEIRA, M. M. D. et.al. <strong>Cidadania, meio ambiente e sustentabilidade. <\/strong>Caxias do Sul, RS: Educs, 2017.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">McCORMICK, JOHN. Rumo ao para\u00edso: a hist\u00f3ria do movimento ambientalista. Rio de Janeiro: Relume-Dumar\u00e1, 1992.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">MCNEIL, J. R.; ENGELKE, P. <strong>The great acceleration:<\/strong> an environmental history of the anthropocene since 1945. Massachusetts: Harvard University, 2016.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">PORTILHO, F. <strong>Sustentabilidade ambiental, consumo e cidadania.<\/strong> S\u00e3o Paulo: Cortez, 2005.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">PORTOBELLO. Arquitetura medieval: constru\u00e7\u00f5es religiosas e monumentais. Dispon\u00edvel em: https:\/\/archtrends.com\/blog\/arquitetura-medieval\/ . Acesso em 21 maio 2024.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">ROTONDARO, T., ZANIRATO, H. S. Consumo, um dos dilemas da sustentabilidade. <strong>Dilemas ambientais e fronteiras do conhecimento I<\/strong>. Estud. av. 30 (88). Sep.-Dec. 2016. S\u00e3o Paulo, 2016.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">SACHS, I. <strong>Caminhos para o desenvolvimento sustent\u00e1vel.<\/strong> Rio de Janeiro: Garamond, 2002.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">SILVA, Lucia Sousa e; TRAVASSOS, Luciana. Problemas ambientais urbanos: desafios para a elabora\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas integradas. Cadernos Metr\u00f3pole, n. 19, pp. 27-47, 2008.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">UNITED NATIONS. Department of Economic and Social Affairs. Population Division. World Urbanization Prospects The 2018 Revision. United Nations New York, 2019.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">VIOLA, E. A desgovernan\u00e7a mundial da sustentabilidade: resenha. <strong>Pol\u00edtica Externa.<\/strong> v. 22, n. 4. S\u00e3o Paulo, 2018. Dispon\u00edvel em: http:\/\/www.zeeli.pro.br\/wpcontent\/uploads\/2014\/07\/2014_-_Viola_-_Resenha_DESGOV_- _Rev_Pol%C3%ADtica_Externa.pdf. Acesso em: 22 maio 2024.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">VIOLA, E. J.; LEIS, H. R. A evolu\u00e7\u00e3o das pol\u00edticas ambientais no Brasil 1971-1991: do biossetorialismo para o multissetorialismo orientado para o desenvolvimento sustent\u00e1vel. In: HOGAN, D. J.; VIEIRA, P. F. (orgs.). <strong>Dilemas socioambientais e desenvolvimento sustent\u00e1vel<\/strong>. Campinas, SP: Editora da Unicamp, 1995. ZANELLA, Janice Reis Ciacci. \u201cZoonoses emergentes e reemergentes e sua import\u00e2ncia para sa\u00fade e produ\u00e7\u00e3o animal\u201d. Pesquisa Agropecu\u00e1ria Brasileira, Bras\u00edlia, v. 51, n. 5, p. 510-519, maio 2016.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\" \/>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"\/scientiaetratio\/#_ftnref1\" id=\"_ftn1\">[1]<\/a> Acad\u00eamica do Curso de Direito na FICV.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>CIVIL CONSTRUCTION AND SUSTAINABLE DEVELOPMENT: AN ANALYSIS OF THE PATH TAKEN BY THIS UNION Artigo submetido em 01 de junho&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":1120,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"fifu_image_url":"https:\/\/cognitiojuris.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/cognitio-juris_n2.jpg","fifu_image_alt":"","footnotes":""},"categories":[2],"tags":[16],"class_list":["post-545","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-artigos-cientificos","tag-6o-numero"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/editoranorat.com.br\/scientiaetratio\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/545","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/editoranorat.com.br\/scientiaetratio\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/editoranorat.com.br\/scientiaetratio\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/editoranorat.com.br\/scientiaetratio\/wp-json\/wp\/v2\/users\/7"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/editoranorat.com.br\/scientiaetratio\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=545"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/editoranorat.com.br\/scientiaetratio\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/545\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1119,"href":"https:\/\/editoranorat.com.br\/scientiaetratio\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/545\/revisions\/1119"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/editoranorat.com.br\/scientiaetratio\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1120"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/editoranorat.com.br\/scientiaetratio\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=545"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/editoranorat.com.br\/scientiaetratio\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=545"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/editoranorat.com.br\/scientiaetratio\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=545"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}