Curso de História para o 1º Ano do Ensino Médio
MÓDULO 3 – AS PRIMEIRAS CIVILIZAÇÕES DO ORIENTE MÉDIO
Aula 38 – Os caldeus e o Novo Império Babilônico
Aula 38 – Os caldeus e o Novo Império Babilônico
Na aula de hoje nós vamos conhecer um dos impérios mais fantásticos de toda a Antiguidade: o Novo Império Babilônico, que também é chamado de Império Caldeu ou Império Neobabilônico. Repare que nesse período a Mesopotâmia voltou a ser o centro do mundo, dominada por um povo guerreiro, culto e extremamente organizado, que transformou a cidade de Babilônia em uma das maiores e mais majestosas cidades que já existiram na face da Terra.
Para entender bem essa história, a gente precisa voltar um pouco no tempo e lembrar o que aconteceu antes da chegada dos caldeus ao poder.
Você já aprendeu nas aulas anteriores que a Mesopotâmia, a terra entre os rios Tigre e Eufrates, foi dominada por diferentes povos ao longo dos séculos. Depois dos sumérios, vieram os acádios, depois os babilônios do tempo do rei Hamurabi, e depois os assírios, que foram um dos povos mais brutais e militarizados de toda a Antiguidade. Os assírios dominaram uma enorme porção do Oriente Médio por muitos séculos, construindo um império imenso baseado no terror, na guerra e na repressão dos povos conquistados.
Mas nenhum império dura para sempre. E o Império Assírio também teve o seu fim. No final do século sete antes de Cristo, uma aliança poderosa se formou contra os assírios. De um lado estavam os medos, um povo que habitava a região que hoje é o Irã. Do outro lado estavam os caldeus, também chamados de babilônios da nova era, que habitavam a parte sul da Mesopotâmia, a região ao redor da antiga cidade de Babilônia. Juntos, medos e caldeus formaram um exército devastador e marcharam contra a capital do Império Assírio.
Em 612 antes de Cristo, essa aliança destruiu Nínive, a grande capital assíria. Foi um evento que abalou o mundo antigo. Nínive era uma cidade enorme, famosa por suas muralhas imponentes, seus palácios repletos de riquezas e sua famosa biblioteca, onde o rei assírio Assurbanipal havia reunido dezenas de milhares de tábuas de argila cobertas de escrita cuneiforme. Quando Nínive caiu, o Império Assírio, que havia aterrorizado o Oriente Médio por séculos, deixou de existir.
Com a queda dos assírios, os caldeus ficaram com a maior parte do território mesopotâmico e fundaram o que os historiadores chamam de Novo Império Babilônico, ou Império Neobabilônico. E quem foi o grande responsável por transformar esse novo império em uma potência extraordinária? Foi o rei Nabopolassar, o fundador da dinastia caldeia, que governou de 626 a 605 antes de Cristo. Foi ele quem liderou os caldeus na aliança contra os assírios e quem começou a reconstrução da grandeza babilônica.
Mas o nome que ficou para sempre na história, o nome que todo estudante precisa conhecer, é o de seu filho: Nabucodonosor II. Esse rei governou de 605 a 562 antes de Cristo e foi, sem dúvida, o maior soberano que o Novo Império Babilônico já teve. Na verdade, Nabucodonosor II é considerado um dos maiores reis de toda a Antiguidade.
Vamos entender quem foi esse homem e o que ele fez.
Nabucodonosor II era um líder militar brilhante. Antes mesmo de se tornar rei, já havia demonstrado seu talento nos campos de batalha. Foi ele quem, em 605 antes de Cristo, derrotou os egípcios na famosa Batalha de Carquemis, às margens do rio Eufrates. Essa batalha foi decisiva porque os egípcios tentavam ocupar os territórios que tinham ficado sem dono depois da queda dos assírios. Com a vitória caldeia em Carquemis, ficou claro para todo o mundo antigo que o novo poder dominante do Oriente Médio era Babilônia.
Após se tornar rei, Nabucodonosor II expandiu seu império em várias direções. Ele conquistou a região do Levante, que hoje corresponde aproximadamente ao território da Síria, do Líbano, de Israel e da Palestina. Foi durante essas campanhas militares que ocorreu um dos eventos mais marcantes da história antiga: a conquista e a destruição de Jerusalém.
Vamos falar sobre isso com calma, porque é um episódio que aparece bastante nos vestibulares e no ENEM.
Os hebreus, que habitavam a região de Canaã, tiveram uma relação bastante conturbada com os babilônios. Nabucodonosor II atacou Jerusalém pela primeira vez por volta de 597 antes de Cristo, quando capturou o rei hebreu Jeconias e deportou uma grande parte da população israelita para Babilônia. Esse evento é conhecido na tradição hebraica como o Cativeiro da Babilônia, ou o Exílio Babilônico.
Mas os hebreus que ficaram em Jerusalém se rebelaram novamente contra o domínio caldeu. Então, em 586 antes de Cristo, Nabucodonosor II voltou com seu exército, desta vez com muito mais violência. As tropas babilônicas sitiaram Jerusalém por meses, até que a cidade sucumbiu. O resultado foi devastador: Nabucodonosor II mandou destruir o Templo de Salomão, o local mais sagrado de toda a religião hebraica, que havia sido construído pelo rei Salomão séculos antes como a morada do deus único dos hebreus, Iahweh. Além disso, grande parte da população foi levada para Babilônia como prisioneira ou escravizada.
O Cativeiro da Babilônia teve um impacto enorme na religião e na cultura hebraica. Foi durante esse período de exílio que os hebreus reforçaram sua identidade como povo e aprofundaram sua fé. Muitos dos textos que fazem parte da Bíblia Hebraica, o que os cristãos chamam de Antigo Testamento, foram escritos ou organizados justamente durante e depois desse exílio. Isso mostra como os acontecimentos históricos influenciam profundamente a cultura e a religião dos povos. Esse é exatamente o tipo de conexão que o ENEM adora cobrar: a relação entre um evento político e seu impacto cultural e religioso.
Mas Nabucodonosor II não ficou famoso apenas por suas conquistas militares. Ele também foi um dos maiores construtores que a Antiguidade conheceu. Sob seu governo, a cidade de Babilônia foi completamente transformada e se tornou a maior e mais magnífica cidade do mundo antigo.
Vamos imaginar como era Babilônia no tempo de Nabucodonosor II.
A cidade ficava às margens do rio Eufrates e era protegida por muralhas imensas, tão largas que, segundo relatos antigos, duas carruagens poderiam passar lado a lado por cima delas. Essas muralhas tinham várias camadas e eram consideradas praticamente impenetráveis.
A entrada principal da cidade era feita pela famosa Porta de Istar, dedicada à deusa Istar, a deusa do amor, da fertilidade e da guerra. Essa porta era revestida de tijolos esmaltados de azul brilhante e decorada com figuras em relevo de touros e dragões, símbolos dos principais deuses babilônicos. Quando um visitante chegava a Babilônia e passava pela Porta de Istar, ele caminhava pela Avenida da Procissão, uma larga via decorada com figuras de leões feitas de tijolos coloridos, que levava até o grande templo do deus Marduk, o deus principal dos babilônios.
Marduk era a divindade máxima do panteão caldeu. Ele era visto como o rei dos deuses, o criador do mundo e o protetor da cidade de Babilônia. O templo de Marduk era chamado de Esagila, que em sumério significa “a casa de cabeça erguida”. Era um complexo imenso, com pátios, salões e o próprio altar do deus. Ao lado do Esagila ficava o Etemenanki, uma grande torre em forma de pirâmide de degraus, chamada de zigurate, que em babilônico significa “casa da fronteira entre o céu e a terra”. Muitos historiadores acreditam que essa torre foi a inspiração para a história bíblica da Torre de Babel, que aparece no livro do Gênesis.
E agora chegamos ao ponto mais famoso de toda a arquitetura neobabilônica: os Jardins Suspensos da Babilônia.
Os Jardins Suspensos são considerados uma das Sete Maravilhas do Mundo Antigo, uma lista feita por escritores gregos para destacar as obras mais impressionantes que existiam no mundo conhecido por eles. Segundo as descrições que chegaram até nós, os Jardins Suspensos eram uma construção monumental, com terraços sobrepostos como uma grande pirâmide de degraus, cobertos de terra e plantados com árvores, arbustos e flores de todas as espécies. A água para irrigar todas essas plantas era puxada do rio Eufrates por meio de um sistema de canais e dispositivos mecânicos, provavelmente uma espécie de roda hidráulica acionada por trabalhadores ou animais.
A tradição conta que Nabucodonosor II mandou construir os Jardins Suspensos para sua esposa, a rainha Amitis, que era filha do rei dos medos. Amitis havia crescido na Média, uma região montanhosa e verde, muito diferente das planícies áridas da Mesopotâmia. Saudosa da paisagem de sua terra natal, ela sofria na planície seca de Babilônia. Nabucodonosor II, que a amava profundamente, mandou então construir esses jardins elevados para que sua esposa pudesse sentir que estava em casa, rodeada de verde e de vida.
Essa história é lindíssima e muito poderosa, porque mostra que mesmo os grandes conquistadores da história tinham sentimentos humanos, amavam suas famílias e tentavam trazer felicidade às pessoas que amavam.
Vale mencionar que, apesar da fama enorme dos Jardins Suspensos, os arqueólogos nunca encontraram evidências físicas conclusivas deles em Babilônia. Alguns pesquisadores modernos sugerem que os jardins podem ter existido em outra cidade, como Nínive. Outros acreditam que eles realmente existiram em Babilônia, mas que não deixaram vestígios duráveis por causa da natureza dos materiais usados na construção. Independentemente disso, a história dos Jardins Suspensos faz parte do imaginário da humanidade há mais de dois mil anos e simboliza o esplendor de Babilônia como a maior cidade do mundo antigo.
Além de Marduk e Istar, os caldeus adoravam um vasto conjunto de divindades. A religião babilônica era politeísta, ou seja, os babilônios acreditavam em muitos deuses. Cada deus representava uma força da natureza ou um aspecto da vida humana. O deus Sin era a lua, Shamash era o sol, Adad era o deus das tempestades, e assim por diante. Os sacerdotes tinham um papel central na sociedade babilônica, fazendo a intermediação entre os deuses e os seres humanos, realizando rituais, oferendas e festividades religiosas.
Uma das festas mais importantes do calendário caldeu era o Akitu, o festival do Ano Novo babilônico, celebrado na primavera. Durante o Akitu, que durava doze dias, o rei participava de rituais especiais no templo de Marduk. Em um dos momentos mais importantes dessa cerimônia, o rei era humilhado ritualmente diante do deus, tinha seus atributos reais tirados por um sacerdote, e só os recebia de volta depois de declarar que havia governado com justiça e dedicação. Isso mostrava que, por mais poderoso que fosse o rei, ele estava submetido ao poder divino. O festival do Akitu terminava com grandes procissões pelas ruas de Babilônia, banquetes e celebrações populares.
Os caldeus também foram mestres na astronomia e na matemática. Os sacerdotes-astrônomos babilônicos observavam o céu com enorme precisão e registravam os movimentos dos astros em tábuas de argila. Eles foram capazes de prever eclipses solares e lunares, calcular os ciclos dos planetas e desenvolver um calendário bastante sofisticado. Muito do conhecimento astronômico que chegou aos gregos e, por meio deles, ao mundo ocidental, teve sua origem nas observações dos sacerdotes caldeus.
Na matemática, os babilônios usavam um sistema numérico de base 60, chamado de sexagesimal. Isso pode parecer estranho para nós, que estamos acostumados com o sistema decimal de base dez, mas a herança desse sistema ainda está presente em nosso dia a dia. Quando você olha para um relógio e vê que uma hora tem 60 minutos e um minuto tem 60 segundos, você está usando uma divisão do tempo que veio dos babilônios. Quando você pensa em um círculo tendo 360 graus, esse número também é herança do pensamento matemático babilônico.
A escrita dos caldeus era a mesma escrita cuneiforme que havia sido desenvolvida pelos sumérios milhares de anos antes. Cuneiforme vem do latim cuneus, que significa cunha, porque os sinais eram feitos com um estilete em forma de cunha sobre tábuas de argila ainda mole, que depois eram secadas ao sol ou cozidas em fornos. Essa escrita era usada para registrar tudo: contratos comerciais, leis, histórias, mitos, preces religiosas, astronomia e matemática.
Agora vamos falar um pouco sobre como era organizada a sociedade no Novo Império Babilônico.
A sociedade caldeia era hierarquizada, ou seja, dividida em grupos sociais com diferentes posições e poderes. No topo da pirâmide social estava o rei, que era visto ao mesmo tempo como um governante político e como um intermediário entre os deuses e os seres humanos. Logo abaixo do rei vinham os sacerdotes, que controlavam os grandes templos e as suas imensas riquezas. Os templos funcionavam como verdadeiros centros econômicos, possuindo terras, animais, armazéns de alimentos e até exércitos próprios.
Abaixo dos sacerdotes vinham os nobres, os militares de alto escalão e os grandes comerciantes. Em seguida vinham os artesãos, os agricultores livres e os pequenos comerciantes. Na base da pirâmide estavam os escravos, que podiam ser prisioneiros de guerra, pessoas que caíram em dívidas e não conseguiram pagá-las, ou filhos de escravos. A escravidão no mundo babilônico era diferente da escravidão que viria a existir mais tarde no mundo greco-romano ou na América colonial. Em Babilônia, os escravos tinham alguns direitos, podiam possuir bens e, em certas circunstâncias, podiam comprar sua própria liberdade.
O comércio era uma atividade central na economia babilônica. Babilônia ficava em um ponto geográfico estratégico, no cruzamento de rotas comerciais que ligavam diferentes regiões do Oriente Médio. Por Babilônia passavam tecidos, metais, especiarias, madeira, pedras preciosas, animais e escravos. Os comerciantes babilônicos desenvolveram práticas mercantis bastante sofisticadas, incluindo o uso de contratos escritos, empréstimos com juros e formas primitivas de banco.
As leis que regulavam a vida social e comercial no Novo Império Babilônico se baseavam em grande parte na tradição jurídica que havia sido estabelecida pelo rei Hamurabi séculos antes. Você se lembra do Código de Hamurabi, que estudamos em aula anterior? Pois bem, esse código continuou sendo uma referência importante para a organização jurídica babilônica, embora ao longo dos séculos as leis fossem sendo adaptadas às novas circunstâncias.
O Novo Império Babilônico também teve seus momentos de conflito com o Egito. Os faraós egípcios nunca aceitaram de bom grado a dominação caldeia sobre o Levante, a região costeira do Mediterrâneo oriental que era estratégica para o comércio. Houve várias campanhas militares entre babilônios e egípcios ao longo do século seis antes de Cristo, sem que nenhum dos dois lados conseguisse uma vitória definitiva sobre o outro.
Mas enquanto Babilônia enfrentava o Egito no oeste, um novo poder estava crescendo no leste. Esse novo poder era o Império Persa, liderado por Ciro II, também chamado de Ciro o Grande. Os persas eram um povo que habitava a região que hoje é o sul do Irã e que havia se unificado e expandido rapidamente sob a liderança de Ciro.
Em 539 antes de Cristo, o exército de Ciro o Grande marchou sobre Babilônia. E aqui acontece algo surpreendente: diferentemente de muitas conquistas da Antiguidade, a tomada de Babilônia pelos persas se deu de forma relativamente pacífica. Segundo os registros históricos, o último rei caldeu, Nabônides, havia se tornado muito impopular entre os babilônios por causa de suas excentricidades religiosas. Nabônides passou longos períodos fora de Babilônia, vivendo no deserto da Arábia, e havia tentado impor o culto ao deus lua Sin em detrimento do culto ao deus Marduk, o que deixou os sacerdotes e boa parte do povo muito descontentes.
Quando Ciro chegou às portas de Babilônia, muitos babilônios o receberam como um libertador, não como um conquistador. Ciro, por sua vez, foi inteligente o suficiente para adotar uma postura de respeito pela cultura e religião babilônicas. Ele se apresentou como um devoto de Marduk, fez oferendas no templo do deus e declarou que havia sido escolhido pelo próprio Marduk para liberar o povo babilônico da tirania de Nabônides.
A chegada de Ciro ao poder em Babilônia também teve consequências importantes para os hebreus que viviam no exílio na Mesopotâmia desde a destruição de Jerusalém por Nabucodonosor II. Ciro emitiu um decreto autorizando os hebreus a voltarem para sua terra e a reconstruírem o Templo de Salomão em Jerusalém. Esse decreto é mencionado na Bíblia, e Ciro é descrito nos textos bíblicos com grande admiração, sendo chamado de ungido do Senhor, um título de enorme importância na tradição religiosa hebraica.
Com a conquista persa de 539 antes de Cristo, o Novo Império Babilônico deixou de existir como potência independente. Babilônia passou a ser parte do Império Persa, embora continuasse sendo uma das maiores e mais ricas cidades do mundo por mais alguns séculos, até perder gradualmente sua importância durante o período helenístico, após as conquistas de Alexandre, o Grande, no século quatro antes de Cristo.
Para fechar nossa aula de hoje, vamos fazer um resumo do que aprendemos.
Os caldeus eram um povo que habitava o sul da Mesopotâmia e que, em aliança com os medos, destruíram o Império Assírio em 612 antes de Cristo, com a queda de Nínive. Fundaram então o Novo Império Babilônico, cujo maior representante foi o rei Nabucodonosor II, que governou de 605 a 562 antes de Cristo. Nabucodonosor II foi um grande conquistador militar, responsável pela destruição do Templo de Salomão e pelo Cativeiro da Babilônia, que marcou profundamente a história do povo hebreu e a formação da Bíblia. Ele também foi um grandioso construtor que transformou Babilônia na maior cidade do mundo antigo, com suas muralhas imensas, a Porta de Istar, a Avenida da Procissão, o templo de Marduk e os lendários Jardins Suspensos, uma das Sete Maravilhas do Mundo Antigo. Os caldeus foram excelentes astrônomos e matemáticos, e suas contribuições para o conhecimento humano influenciaram civilizações posteriores. O Novo Império Babilônico chegou ao fim em 539 antes de Cristo, quando o rei persa Ciro o Grande conquistou Babilônia praticamente sem resistência.
Na sua prova do ENEM e nos vestibulares, fique atento a questões que envolvam a relação entre o Cativeiro da Babilônia e a formação da identidade hebraica e dos textos bíblicos, as características da cidade de Babilônia e suas construções monumentais, a importância dos caldeus para o desenvolvimento da astronomia e da matemática, e a forma como o Império Persa chegou ao poder na Mesopotâmia e tratou os povos conquistados.
Isso é história viva, é história que deixou marcas que chegam até os nossos dias. O calendário que usamos, o relógio que está no seu pulso ou no seu celular, os estudos astronômicos que permitiram ao ser humano explorar o espaço, tudo isso tem raízes em conhecimentos que foram desenvolvidos ou preservados pelos babilônios naquela terra entre os rios Tigre e Eufrates, há mais de dois mil anos. Na próxima aula vamos continuar explorando as civilizações do Oriente Antigo. Até lá, estude tudo o que aprendemos hoje, porque esse conteúdo é fundamental para entender toda a história que vem a seguir.
Como fazer referência ao conteúdo:
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